Rio de Janeiro, 20 de novembro de 2017 18:56 Ver em Português See in English Ver en Español
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Cursos e Eventos / Representação Regional Sul
Instrumentação Básica Teoria e Demonstração - 05 a 09 de junho de 2017

PROGRAMA

CAPÍTULO 01 - INTRODUÇÃO À INSTRUMENTAÇÃO
1 Introdução à instrumentação
2 A evolução da instrumentação
3 Definições na instrumentação
3.1 Classes de instrumento
3.2 Faixa de medida (range)
3.3 Alcance (span)
3.4 Erro
3.5 Histerese
3.6 Linearidade
3.7 Repetividade
3.8 Exatidão
3.9 Rangeabilidade
3.10 Terminologia
3.11 Simbologia
4 Principais sistemas de medidas
5 Telemetria
5.1 Transmissores Pneumáticos
5.2 Transmissores Eletrônicos
5.2.1 Transmissor a dois fios
5.2.2 Transmissor a quatro fios
6 Redes de comunicação industrial
6.1 Introdução ao protocolo HART
6.2 Introdução à rede ASI
6.3 Introdução à rede Devinet
6.4 Introdução à rede Profibus
6.4.1 Profibus DP
6.4.2 Profibus PA
6.5 Introdução ao Foundation Fieldbus
CAPÍTULO 02 - MEDIÇÃO DE PRESSÃO
1 Definição de pressão
2 Tipos de pressão
2.1 Pressão atmosférica
2.2 Pressão relativa positiva ou manométrica
2.3 Pressão relativa negativa ou vácuo
2.4 Pressão absoluta
2.5 Pressão diferencial
2.6 Pressão estática
3 Unidades de pressão
3.1 Conversão de unidades de pressão
4 Dispositivos para a medição de pressão
4.1 Tubo de Bourdon
4.2 Membrana
4.3 Fole
4.4 Colunas liquidas
4.5 Sensor indutivo
4.6 Sensor piezoelétrico
4.7 Sensor piezoresistivo ou strain gauge
4.8 Sensor capacitivo
4.9 Sensor silício ressonante
5- Demonstração da Programação do Transmissor Eletrônico de Pressão Diferencial
6- Demonstração da Calibração do Transmissor Eletrônico de Pressão Diferencial
CAPÍTULO 03 - MEDIÇÃO DE NÍVEL
1 Definição de nível
2 Métodos de medição de nível
2.1 Medição direta
2.1.1 Régua ou Gabarito
2.1.2 Visor de nível
2.1.3 Bóia ou flutuador
2.2 Medição indireta
2.2.1 Princípio de Stèvin
2.2.2 Medição de nível por pressão hidrostática em tanques abertos
2.2.3 Medição de nível por pressão diferencial em tanques fechados e pressurizados
2.2.4 Medição de nível por borbulhador
2.2.5 Medição de nível por empuxo
2.2.6 Medição de nível por radiação
2.2.7 Medição de nível capacitiva
2.2.8 Medição de nível por ultra-som
2.2.9 Medição de nível por radar
2.3 Medição de nível descontínua
2.3.1 Medição de nível por eletrodos
2.3.2 Medição de nível por bóias
2.4 Medição de nível de sólidos
2.4.1 Medição de nível eletromecânica
2.4.2 Medição de nível por células de carga
3 Demonstração da Programação do Transmissor Eletrônico de Pressão Diferencial
3.1 Para medição de Nível em tanques abertos
3.2 Para medição de Nível em tanques abertos com ajuste de supressão de zero
3.3 Para medição de Nível em tanques fechados e pressurizados com ajuste de elevação de zero
4 Demonstração da Calibração do Transmissor Eletrônico de Pressão Diferencial
4.1 Para medição de Nível em tanques abertos
4.2 Para medição de Nível em tanques abertos com ajuste de supressão de zero
4.3 Para medição de Nível em tanques fechados e pressurizados com ajuste de elevação de zero
CAPÍTULO 04 - MEDIÇÀO DE VAZÃO
1 Definição de vazão
2 Unidades de vazão
3 Conversão de unidades de vazão
4 Tipos de medidores de vazão
4.1 Medidores de quantidade
4.1.1 Medidores de quantidade por pesagem
4.1.2 Medidores de quantidade por volume
4.2 Medidores volumétricos
4.2.1 Medidores de vazão por pressão diferencial
4.2.1.1 Placa de orifício
4.2.1.1.1 Tipos de orificio
4.2.1.1.2 Tipos de bordos
4.2.1.1.3 Tipos de tomadas de impulso
4.2.1.2 Orificio integral
4.2.1.3 Tubo Venturi
4.2.1.4 Bocal
4.2.1.5 Tubo Pitot
4.2.1.6 Annubar
4.2.1.7 Malha para a medição de vazão
4.2.1.8 Compensação da Pressão e da Temperatura
4.2.2 Rotâmetros
4.2.2.1 Princípio de funcionamento
4.2.2.2 Condições de equilíbrio
4.2.2.3 Tipos de flutuadores
4.2.2.4 Material do flutuador
4.2.2.5 Instalação
4.3 Medidores de vazão em canais abertos
4.3.1 Vertedor
4.3.2 Calha Parshal
4.4 Medidores especiais de vazão
4.4.1 Medidor de vazão eletromagnético
4.4.1.1 Princípio de funcionamento
4.4.2 Medidor de vazão tipo turbina
4.4.2.1 Princípio de funcionamento
4.4.3 Medidor de vazão tipo Vórtex
4.4.3.1 Princípio de funcionamento
4.4.4 Medidor de vazão ultra-sônico
4.4.4.1 Por efeito Doppler
4.4.4.2 Por tempo de trânsito
4.4.5 Medidor de vazão por efeito Coriolis
4.4.5.1 Princípio de funcionamento
5 Demonstração da Programação do Transmissor Eletrônico de Pressão Diferencial
6 Demonstração da Calibração do Transmissor Eletrônico de Pressão Diferencial
CAPÍTULO 05 TUBULAÇÃO DE IMPULSO e SISTEMAS DE SELAGEM
1 Definição de Tubulação de Impulso
1.1 Instalação
1.2 Constituição da tubulação de impulso
2 Definição de Sistemas de Selagem
2.1 Selo Líquido
2.2 Selo Volumétrico
2.2.1 Manômetro Petroquímico
2.3 Selo Sanitário
3 - Purga
3.1 Purga com gás
3.2 Purga com líquido
4 - Sangria
CAPÍTULO 06 - MEDIÇÃO DE TEMPERATURA
1 Definição de Temperatura
2 Definição de Calor
2.1 Modos de propagação de calor
2.1.1 Condução
2.1.2 Convecção
2.1.3 Radiação
3 Escalas de temperatura
3.1 Escalas absolutas
3.1.1 Kelvin
3.1.2 Rankine
3.2 Escalas relativas
3.2.1 Celsius
3.2.2 Fahrenheit
4 Normas internacionais de temperatura
5 Sensores de temperatura por contato físico
5.1 Termômetro por dilatação de liquido
5.1.1 Termômetro por dilatação de liquido em recipiente de vidro
5.1.2 Termômetro por dilatação de liquido em recipiente metálico
5.2 Termômetro à pressão de gás
5.3 Termômetro à pressão de vapor
5.4 Termômetro bimetálico
5.5 Termopar
5.5.1 Efeitos termoelétricos
5.5.1.1 Efeito de Seebeck
5.5.1.2 Efeito Peltier
5.5.1.3 Efeito Thonsom
5.5.1.4 Efeito Volta
5.5.2 Leis termoelétrica
5.5.2.1 Lei do Circuito Homogêneo
5.5.2.2 Lei dos Metais Intermediários
5.5.2.3 Lei das Temperaturas Intermediárias
5.5.3 Correlação da FEM em função da temperatura
5.5.4 Tipos e características dos termopares
5.5.4.1 Termopares Básicos
5.5.4.2 Termopares Nobres
5.5.4.3 Termopares Especiais
5.5.5 Cálculo da FEM de um termopar
5.5.6 Compensação manual da junta de referência
5.5.7 Compensação automática da junta de referência
5.5.8 Fios de extensão e compensação
5.5.9 Erros de ligação
5.5.9.1 Usando fios de cobre
5.5.9.2 Inversão simples
5.5.9.3 Inversão dupla
5.5.10 Termopar de isolação mineral
5.5.11 Associação de termopares
5.5.11.1 Associação em série
5.5.11.2 Associação em série oposta
5.5.11.3 Associação em paralelo
5.6 Termoresistência
5.6.1 Princípio de funcionamento
5.6.2 Construção física do sensor
5.6.3 Características da termoresistência de platina
5.5.4 Vantagens e desvantagens da termoresistência
5.5.5 Princípio de medição
5.5.5.1 Ligação a 2 fios
5.5.5.2 Ligação a 3 fios
5.5.5.3 Ligação a 4 fios
6 Sensores de temperatura sem contato físico
6.1 Radiação eletromagnética
6.1.1 Hipóteses de Maxwell
6.1.2 Ondas eletromagnéticas
6.1.3 Espectro eletromagnético
6.2 Teoria da medição de radiação
6.3 Medidores de temperatura por radiação
7- Demonstração da Programação do Transmissor Eletrônico de Temperatura
7.1 Para medição de Temperatura com o termopar
7.2 Para medição de Temperatura com a termorresistencia
8- Demonstração da Calibração do Transmissor Eletrônico de Pressão Diferencial
8.1 Para medição de Temperatura com o termopar
8.2 Para medição de Temperatura com a termoresistência
CAPÍTULO 07 VÁLVULA DE CONTROLE E POSICIONADORES
1 Definição de Elementos Finais de Controle
2 Válvulas de Controle
2.1 Partes Principais de uma Válvula de Controle
2.1.1 Atuador
2.1.1.1 Tipos de Atuadores
2.1.1.1.1 Atuador Pneumático Tipo Mola Diafragma
2.1.1.1.2 Atuador Pneumático Tipo Pistão Simples Ação
2.1.1.1.3 Atuador Pneumático Tipo Pistão Dupla Ação
2.1.1.1.4 Atuador Elétrico
2.1.2 Corpo
2.1.2.1 Válvulas de Deslocamento Linear da Haste
2.1.2.1.1 Válvulas Globo
2.1.2.1.1.1 Válvula Globo Sede Simples
2.1.2.1.1.2 Válvula Globo Sede Dupla
2.1.2.1.1.3 Válvula Globo Gaiola Não Balanceada
2.1.2.1.1.4 Válvula Globo Gaiola Balanceada
2.1.2.1.2 Válvula Diafragma ou Saunders
2.1.2.1.3 Válvula Três Vias
2.1.2.2 Válvulas de Deslocamento Rotativo da Haste
2.1.2.2.1 Válvula Borboleta
2.1.2.2.2 Válvula Esfera
2.1.2.2.3 Válvula Obturador Rotativo Excêntrico
2.1.2.3 Internos da Válvula
2.1.2.3.1 Obturadores
2.1.2.3.1.1 Obturadores Torneados
2.1.2.3.1.2 Obturadores com Entalhes em ?V?
2.1.2.3.1.3 Obturadores Estriados ou Perfilados
2.1.2.3.1.4 Obturadores de Abertura Rápida
2.1.2.3.1.5 Obturadores Tipo Gaiola
2.1.2.4 Anel Sede
2.1.3 Castelo
2.1.3.1 Castelo Normal
2.1.3.2 Castelo Aletado
2.1.3.3 Castelo Alongado
2.1.3.4 Castelo com Fole
2.1.3.5 Caixa de Gaxetas
2.1.3.5.1 Tipos de Gaxetas
2.2 Características de Vazão
2.2.1 Características de Vazão Inerentes
2.2.2 Características de Vazão Instaladas
2.3 Coeficiente de Vazão (CV)
3 - Posicionadores
3.1 Principais Aplicações do Posicionador
3.2 Limitações do Uso do Posicionador
3.3 Tipos de Posicionadores
3.3.1 Pneumático
3.3.2 Eletropneumático
3.3.3 Inteligente
4 Demonstração da Programação do posicionador inteligente
5 Demonstracão da Calibração do posicionador inteligente

PÚBLICO ALVO

Engenheiros, supervisores, técnicos, instrumentistas, projetistas, estudantes e profissionais que atuem em áreas ligadas a instrumentação.

DATA, HORA E LOCAL

DE 05/06 A 09/06 de 2017
DAS 08:30H AS 17:30H
Representação Regional Sul (Rua Emiliano Perneta, 174 - 6º andar - Centro - Curitiba - PR)

INTRUTOR

PAULO ROBERTO FRADE TEIXEIRA

Técnico em Instrumentação formado pela Escola SENAI Santos; Técnico em Eletrônica formado pela Escola Piratininga na cidade de Santos; Tecnólogo em Processamento de Dados formado pela UNESP - FATEC / BS na cidade de Santos. Diversos treinamentos na área de automação. Trabalhou na Goiasfértil em Catalão - GO; COSIPA em Cubatão - SP; SENAI Santos no Curso Técnico de Instrumentação; SENAI Curitiba na Unidade Móvel em parceria SENAI - SMAR. Também é professor nos cursos de especialização do CEFET ? Curitiba, CEFET - Ponta Grossa, CEFET ? Cornélio Procópio e da ISA Distrito 4  Seções: Curitiba, S.Paulo e Uberaba. Atualmente é Diretor da T4M empresa de Consultoria e Treinamentos na área de Instrumentação e Controle de Processos, onde presta serviços para as seguintes empresas: Petrobrás Six e Repar, Yokogawa, Smar, Alunorte, Fluke, SENAI - Santos  entre outras.

INFORMAÇÕES GERAIS

INSCRIÇÕES

As inscrições serão recebidas até 72 horas antes do início do evento, de acordo com as vagas disponíveis.  Os interessados em participar do curso deverão efetuar sua inscrição diretamente através do site da Abraman.
A taxa de inscrição inclui material de apoio, apostila, certificado e coffee-break.
O almoço não está incluído no preço da inscrição, no entanto, existem várias opções de restaurantes e lanchonetes nas proximidades do local do curso que serão informados aos participantes.

FORMA DE PAGAMENTO

 - Boleto Bancário (validade de 5 dias corridos - Inscrição será efetivada após confirmação do pagamento);
- Nota Fiscal Contra Apresentação (Pessoa Jurídica);
- Faturado 30 dias após o Eventos (Pessoa Jurídica);
- Cartão de Crédito em até 3x (Visa e Master).

CERTIFICADO

Será fornecido certificado aos participantes com 80% de freqüência.

MATERIAL DIDÁTICO

Será fornecido aos participantes, apostilas referente aos assuntos abordados.

CANCELAMENTO

Não será aceito cancelamento de inscrição, porém poderá ser substituído por outro participante da mesma empresa, desde que comunicado com antecedência por fax ou e-mail.

IMPOSTO DE RENDA

De acordo com a Lei n° 9532, art.15°, da Secretaria da Receita Federal, aprovada em 10 de dezembro de 1997 e publicada no Diário Oficial da União no dia 11 de dezembro de 1997, a Associação Brasileira de Manutenção ? ABRAMAN inscrita sob o CNPJ 28.718.393/0001-92, está enquadrada entre as instituições isentas do Imposto de Renda, não cabendo, portanto, qualquer retenção sobre as taxas de inscrição.

TRANSPORTE, ALIMENTAÇÃO E ESTADIA

Correrão por conta dos participantes. 

A Abraman reserva-se o direito de cancelar o curso, caso não obtiver o número mínimo de inscrições.

VALORES

SÓCIO ABRAMAN : R$ 1.960,00
NÃO SÓCIO: R$ 2.800,00

Associação Brasileira de Manutenção - ABRAMAN
Filial VII - PR/SC
Rua Emiliano Perneta, 174 6º andar - Centro -
80010-050 - Curitiba - PR
Tel. e Fax: 41 - 3322-7818
e-mail: abraman-pr.sc@abraman.org.br
ABRAMAN - Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos
Av. Marechal Câmara, 160 - Sala 320 - Edifí­cio Orly - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
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